• Disposé à le rechercher.

     

     

    Disposé à le rechercher.

     

    Je ne comprends pas les gens qui disent : « Je ne crois pas en Dieu. »  Ou  « Si Dieu existe, qu’il apparaît maintenant devant moi. »  

     

    Jésus Christ a dit : « croire, c’est voir ».

     

     Enseignements des présidents de l’Église: Howard W. Hunter , Chapitre 21 : La foi et le témoignage

     

     « Lorsque les pensées d’un homme se tournent vers Dieu et vers les choses qui se rapportent à Dieu, il se produit en cet homme une transformation spirituelle. Elle l’élève au-dessus de l’ordinaire et lui donne une personnalité noble et divine. Si nous avons foi en Dieu, nous utilisons l’une des grandes lois de la vie. La plus grande force de la nature humaine est le pouvoir spirituel de la foi.

     

     Que l’on cherche la connaissance des vérités scientifiques ou que l’on veuille découvrir Dieu, on doit avoir la foi. C’est le point de départ. La foi a été définie de nombreuses manières, mais la définition la plus classique a été donnée par l’auteur de l’épître aux Hébreux en ces termes significatifs : « Or la foi est une ferme assurance des choses qu’on espère, une démonstration de celles qu’on ne voit pas » (Hébreux 11:1).

     

     La règle générale veut que l’on n’obtienne pas de chose de valeur sans être disposé à faire ce qu’il faut pour cela. Le chercheur ne devient pas érudit sans fournir le travail et les efforts pour y arriver. S’il n’est pas disposé à s’y soumettre, peut-il dire que l’érudition n’existe pas ? Il est tout aussi ridicule de la part de l’homme de dire qu’il n’y a pas de Dieu simplement parce qu’il n’était pas disposé à le rechercher.

     

     Pour obtenir une connaissance inébranlable de la réalité de Dieu, on doit appliquer les commandements et la doctrine que le Sauveur a annoncés au cours de son ministère. Les personnes qui sont disposées à rechercher, à faire l’effort et à faire la volonté de Dieu recevront la connaissance de la réalité de Dieu.

     

     Nous avons ainsi la formule de la recherche de Dieu et les instruments qui permettront de mener à bien cette recherche : la foi, l’amour et la prière. La science a fait des choses merveilleuses pour l’homme, mais elle ne peut pas réaliser les choses qu’il doit faire pour lui-même, dont la plus grande est de découvrir l’existence de Dieu. La tâche n’est pas facile, le travail n’est pas aisé, mais comme l’a dit le Maître, « grande sera leur récompense et éternelle leur gloire » (D&A 76:6)9.

     

     Le soir du jour de la résurrection, Jésus apparut et se tint au milieu de ses disciples qui étaient dans une pièce fermée. Il leur montra ses mains dans lesquelles on avait enfoncé les clous et son côté qui avait été transpercé par la lance. Thomas, l’un des douze, n’était pas présent quand cela se produisit mais les autres lui racontèrent qu’ils avaient vu le Seigneur et qu’il leur avait parlé. Thomas se montra sceptique et dit aux disciples :

     

     « Si je ne vois dans ses mains la marque des clous, et si je ne mets mon doigt dans la marque des clous, et si je ne mets ma main dans son côté, je ne croirai point » (Jean 20:25).

     

      En un sens, Thomas représente l’esprit de notre époque. Il ne pouvait se convaincre de quelque chose qu’il ne pouvait voir, même en ayant été avec le Maître et connaissant ses enseignements sur la foi et le doute. […] La foi ne l’emporte pas sur le doute chez quelqu’un qui doit sentir et voir pour croire.

     

     Thomas n’était pas disposé à s’en remettre à la foi. Il voulait une preuve tangible des faits. Il voulait la connaissance, pas la foi. La connaissance est associée au passé parce que nos expériences passées sont ce qui fait notre connaissance mais la foi est liée au futur, à l’inconnu que nous ne connaissons pas encore.

     

     Une semaine plus tard, les disciples étaient de nouveau rassemblés dans la même maison, à Jérusalem. Cette fois-là, Thomas était avec eux. La porte était fermée mais Jésus vint, se présenta au milieu d’eux, et dit : « La paix soit avec vous ! »

     

     « Puis il dit à Thomas : Avance ici ton doigt, et regarde mes mains ; avance aussi ta main, et mets-la dans mon côté ; et ne sois pas incrédule, mais crois » (Jean 20:26-27). […]

     

     « Jésus lui dit : Parce que tu m’as vu, tu as cru. Heureux ceux qui n’ont pas vu, et qui ont cru ! » ([Jean] 20:29).

     

     Cet événement représente l’un des plus grands enseignements de tous les temps. Thomas avait dit : « voir, c’est croire » ; mais le Christ répondit : « croire, c’est voir ».

     

     Je (Benedita), témoigne que Jésus Christ est vivant, que son évangile nous donne la vie éternelle, que Dieu, notre père éternel, nous aime et écoute tout ce qu’on lui demande. Amen.

     

     

    Disposé à le rechercher.

     

    Portugais (Português)

     

     Eu nao comprendo as pessoas que falam : « Eu nao acredito en Deus." ou « Se Deus existe, que ele aparece agora na minha frente. »

     

     Jésus falou assim : “crer para ver”.

     

     Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Howard W. Hunter , Capítulo 21: Fé e Testemunho

     

     À medida que os pensamentos do homem se voltam para Deus e para as coisas pertinentes a Deus, o homem passa por uma transformação espiritual. Essa transformação retira o homem da mediocridade e dá-lhe um caráter nobre e divino. Exercemos fé em Deus porque usamos uma das grandes leis da vida. A força mais poderosa da natureza humana é o poder espiritual da fé.6

     

    Seja a nossa busca pelo conhecimento de verdades científicas, seja para descobrir Deus, é preciso ter fé. Esse é o ponto de partida. A fé já foi definida de várias maneiras, mas a definição mais clássica foi feita pelo autor da carta aos hebreus, com estas profundas palavras: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem” (Hebreus 11:1).

     

     Em outras palavras, a fé nos torna confiantes a respeito das coisas que esperamos e convencidos das coisas que não vemos. (…) Aqueles que procuram honestamente a Deus não O veem, mas sabem da realidade de Sua existência pelo poder da fé. É mais do que esperança; a fé a transforma em convicção — uma evidência das coisas nunca vistas.

     

     O autor da carta aos hebreus [o Apóstolo Paulo] continua: “Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente” (Hebreus 11:3).

     

     É regra geral que não conseguiremos alguma coisa de valor a menos que estejamos dispostos a pagar seu preço. O erudito não se torna culto a menos que trabalhe e se esforce para ser bem-sucedido. Se não quiser fazer isso, poderá ele dizer que não existe erudição? (…) Não seria tolice o homem dizer que Deus não existe simplesmente porque não teve a inclinação de procurá-Lo?

     

     A fim de se obter um conhecimento inabalável da realidade de Deus, precisamos viver os mandamentos e as doutrinas anunciadas pelo Salvador durante Seu ministério pessoal. (…) Aqueles que desejam investigar, que se empenhem, façam a vontade de Deus e terão o conhecimento da realidade de Deus.

     

     Temos, assim, a fórmula para procurar a Deus e os instrumentos para realizar a busca: fé, amor e oração. A ciência tem feito maravilhas para o homem, mas não pode conquistar as coisas que ele precisa alcançar por si mesmo, a maior das quais é descobrir a realidade de Deus. A tarefa não é fácil, e o fardo não é leve; mas, como disse o Mestre, “Grande será sua recompensa e eterna sua glória” (D&C 76:6).9

     

     Ao final do dia da Ressurreição, Jesus apareceu e Se apresentou a Seus discípulos em uma sala fechada. Ele lhes mostrou as mãos marcadas pela perfuração dos cravos e o lado, que fora aberto pela lança. Tomé, um dos Doze Apóstolos, não estava presente quando isso aconteceu; os outros é que lhe disseram terem visto o Senhor e que Ele lhes falara. (…) Tomé estava cético, e disse aos discípulos:

     

    “Se eu não vir o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o meu dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei” (João 20:25).

     

     De certa forma, Tomé representa o espírito de nossa época. Nada que ele não pudesse ver [ou tocar] o satisfaria, não obstante o fato de ter convivido com o Mestre e ter ouvido Seus ensinamentos a respeito da fé e da dúvida. (…) A fé não substitui a dúvida se a pessoa precisa sentir ou ver para acreditar.

     

     Tomé não estava disposto a confiar na fé. Ele queria uma prova física dos fatos. Queria conhecimento, não fé. A fé está relacionada com o passado porque são nossas experiências anteriores que nos dão conhecimento, mas a fé também está relacionada com o futuro: o desconhecido, o que ainda não foi vivenciado.

     

     Uma semana depois, os discípulos estavam novamente reunidos na mesma casa, em Jerusalém. Dessa vez, Tomé estava entre eles. A porta estava fechada, mas Jesus apresentou-Se entre eles e disse: “Paz seja convosco.

     

    Depois disse a Tomé:

     

     Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente” (João 20:26–27). (…)

     

     “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram” (João 20:29).

     

     Esse relato permanece como uma das maiores lições de todos os tempos. Tomé disse que era preciso “ver para crer”, mas Cristo respondeu que era preciso “crer para ver”. (…)

     

     Eu, (Benedita), testifico que Jesus Cristo esta vivo, que o evangelio dele da pra nòs a vida eterna e que Deus, nosso pai eterno, ama-nos, ele ouve tudo o que lhe pedimos. Amen.

     

     

    Disposé à le rechercher.

     

     Espagnol, (Castellano).

     

     Yo no comprendo las personas que dicen : « Yo no creo en Dios. » ò que dicen : “Si Dios existe, yo quiero que él aparece en este momento delante de mì. »

     

     Jesus Cristo dijò : « “Creer es ver”

     

     Enseñanzas de los Presidentes de la Iglesia: Howard W. Hunter , Capítulo 21: La fe y el testimonio

     

     Conforme los pensamientos del hombre se tornan a Dios y a las cosas concernientes a Él, el hombre pasa por una transformación espiritual. Lo eleva de lo común y le da un carácter noble y divino. Si tenemos fe en Dios, estamos utilizando una de las grandes leyes de la vida. La fuerza más potente de la naturaleza humana es el poder espiritual de la fe.

     

     Ya sea que se trate de buscar las verdades científicas o de descubrir a Dios, se debe tener fe. Eso constituye el punto de partida. La fe se ha definido de muchas formas, pero la definición más clásica fue dada por el autor de la epístola a los hebreos mediante estas significativas palabras: “Es, pues, la fe la certeza de lo que se espera, la convicción de lo que no se ve” (Hebreos 11:1).

     

     En otras palabras, la fe nos da confianza en nuestras esperanzas y nos convence de aquello que no vemos… Aquellos que buscan sinceramente a Dios tampoco lo ven, pero saben de Su realidad mediante la fe. Es más que esperanza. La fe lo convierte en una convicción; en una certeza de lo que no se ve.

     

     El autor de la epístola a los Hebreos [el apóstol Pablo] continúa: “Por la fe entendemos que los mundos fueron formados por la palabra de Dios, de modo que lo que se ve fue de lo que no se veía” (Hebreos 11:3).

     

     La regla general dicta que no recibiremos nada de valor a menos que estemos dispuestos a pagar algún precio. El erudito no llega a ser docto salvo que ponga empeño y esfuerzo para lograr el éxito. En caso de que no estuviera dispuesto a hacerlo, ¿puede decir que no existe la erudición?… De igual manera, constituye la misma necedad que un hombre diga que no hay Dios simplemente porque él no ha tenido la inclinación de buscarlo.

     

    A fin de que la persona obtenga un conocimiento inquebrantable de la realidad de Dios, debe vivir los mandamientos y doctrinas que anunció el Salvador durante Su ministerio personal… Quienes estén dispuestos a realizar la búsqueda, dedicarse y hacer la voluntad de Dios, recibirán el conocimiento de la realidad de Dios.

     

     Tenemos, por lo tanto, la fórmula para la búsqueda de Dios y los instrumentos para lograrla: la fe, el amor y la oración. La ciencia ha hecho maravillas por el hombre, pero no puede lograr las cosas que éste tiene que hacer por sí mismo, entre las cuales la más importante es averiguar la realidad de Dios. La tarea no es sencilla; la labor no es fácil; pero, como afirmó el Maestro: “Grande será su galardón y eterna será su gloria” (D. y C. 76:6)9.

     

     La noche del día de la Resurrección, Jesús apareció y se puso en medio de Sus discípulos en el aposento cerrado. Les mostró las manos, donde le habían atravesado los clavos, y Su costado, donde le habían clavado la lanza. Tomás, uno de los Doce, no estaba presente cuando eso sucedió, pero los demás le dijeron que habían visto al Señor y que Él les había hablado… Tomás se mostró escéptico y dijo a los discípulos:

     

     “Si no veo en sus manos la señal de los clavos, y meto mi dedo en el lugar de los clavos y meto mi mano en su costado, no creeré” (Juan 20:25).

     

     En cierto sentido, Tomás representa la actitud de nuestra época. Él no se contentaría con algo que no pudiera ver, a pesar de que había estado con el Maestro y conocía Sus enseñanzas concernientes a la fe y la duda… La fe no puede superar la duda si la persona necesita tocar o ver para creer.

     

     Tomás no estaba dispuesto a confiar en la fe; quería pruebas certeras de los hechos. Quería conocimiento, no fe. El conocimiento se relaciona con el pasado, ya que nuestras experiencias del pasado son aquello que nos da conocimiento; pero la fe se relaciona con el futuro: con lo desconocido donde aún no hemos andado.

     

     Una semana después, los discípulos estaban reunidos de nuevo en la misma casa, en Jerusalén. Esta vez, Tomás los acompañaba. Las puertas estaban cerradas, pero Jesús vino y se puso en medio de ellos y dijo: “…¡Paz a vosotros!

     

     “Luego le dijo a Tomás: Pon aquí tu dedo y mira mis manos; y acerca acá tu mano y ponla en mi costado; y no seas incrédulo, sino creyente” (Juan 20:26–27) …

     

     “Jesús le dijo: Porque me has visto, Tomás, has creído; bienaventurados los que no vieron y creyeron” ([Juan] 20:29).

     

     Ese acontecimiento constituye una de las grandes lecciones de todos los tiempos. Tomás había dicho: “Ver es creer”, pero Cristo respondió: “Creer es ver

     

     Yo, (Benedita), testifico que Jesus Cristo vive, que su evangelio nos da la vida eterna e Dios, nuestro padre eterno, escucha todo lo que  le pedimos. Amen.

     

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