• Venez trouver du réconfort.

    Quand les ténèbres me menacent ou que la lumière m’entoure, Seigneur reste avec moi !

    Par Reyna I. Aburto

     

    Deuxième conseillère dans la présidence générale de la Société de Secours

     

    Je me suis trouvée un jour dans un avion sur le point de traverser une forte tempête.  

     

    L’avion est descendu à travers l’épaisse couche nuageuse, et nous nous sommes soudain trouvés au milieu de ténèbres obscures occultant complètement la lumière intense qui nous éblouissait quelques instants auparavant. 

     

    Ces nuages peuvent nous empêcher de voir la lumière de Dieu et même nous amener à nous demander si elle existe encore pour nous. Il peut s’agir de nuages de dépression, d’anxiété ou d’autres formes d’afflictions mentales et émotionnelles. Ceux-ci peuvent déformer notre perception de nous-même, d’autrui et même de Dieu. Ils touchent les femmes et les hommes de tous âges et de tous les coins du monde.

     

    Lorsque notre esprit souffre, il est approprié de demander l’aide de Dieu, de notre entourage et de professionnels de la santé physique et mentale. 

     

    Toutefois, si nous sommes constamment tristes et si notre douleur altère notre capacité de ressentir l’amour de notre Père céleste et de son Fils et l’influence du Saint-Esprit, alors il est possible que nous souffrions de dépression, d’anxiété ou d’un autre trouble émotionnel. 

     

    Nous pensons que nous devons être parfaites maintenant. Ce genre de pensées peut nous accabler. L’atteinte de la perfection est un processus qui durera tout au long de notre vie mortelle et au-delà, et qui n’est possible que par la grâce de Jésus-Christ. 

     

    En revanche, lorsque nous sommes franches à propos de nos difficultés émotionnelles et que nous admettons notre imperfection, nous permettons à d’autres de parler de leurs problèmes. Ensemble, nous nous rendons compte qu’il y a de l’espoir et que nous n’avons pas à souffrir seules.

    Cela peut signifier s’informer au sujet des maladies psychiques, trouver des ressources pouvant aider à la résolution de ces difficultés, et, en fin de compte, nous rapprocher du Christ, le Maître guérisseur, et amener à lui notre prochain. Même si nous ne comprenons pas personnellement ce que d’autres personnes traversent, le fait de reconnaître que leur douleur est réelle peut être une première étape importante pour qu’elles trouvent de la compassion et la guérison. 

    Notre cerveau peut souffrir parce que nous subissons du stress ou sommes accablées de fatigue, ce qu’il est parfois possible d’améliorer par une modification des habitudes alimentaires, de sommeil et d’exercices physiques. Parfois, il est aussi nécessaire de suivre une thérapie ou un traitement médicamenteux sous le suivi d’un professionnel de santé qualifié. 

    Malheureusement, de nombreuses personnes souffrant de dépression grave s’éloignent de leurs amis membres de l’Église parce qu’elles ont l’impression de ne pas entrer dans le moule imaginaire qu’elles se représentent. Nous pouvons les aider à se rendre compte et à ressentir qu’elles ont véritablement leur place parmi nous. Il est important de reconnaître que la dépression ne résulte pas d’une faiblesse ni généralement du péché. Elle « prospère dans le secret mais diminue dans l’empathie ».  

    Au cours de son ministère dans la condition mortelle, Jésus-Christ a guéri les malades et les affligés, mais ceux-ci ont dû faire preuve de foi en lui et agir pour recevoir sa guérison. Certains ont parcouru de longues distances, d’autres ont tendu la main pour toucher son vêtement, d’autres ont dû être portés jusqu’à lui pour être guéris. En matière de guérison, n’avons-nous pas tous désespérément besoin de lui ?  

    Suivons le chemin du Sauveur et faisons davantage preuve de compassion, soyons moins enclines à juger et cessons d’être les inspectrices de la spiritualité d’autrui. Écouter avec amour est l’un des plus grands dons que nous puissions faire qui permettra peut-être ainsi d’aider à lever ou percer les lourds nuages qui étouffent nos proches et nos amis. 

    Venez trouver du réconfort.

     

    Portugais

    Comigo habita, ó Deus, a noite vem!

    Reyna I. Aburto

    Segunda conselheira na presidência geral da Sociedade de Socorro

    Certa vez, eu estava em um avião quando uma grande tempestade se aproximou. Logo o avião desceu atravessando as nuvens pesadas e, de repente, fomos envoltos por uma densa escuridão que nos cegou completamente impedindo-nos de ver a luz intensa que tínhamos vislumbrado momentos antes. Nuvens escuras podem também se formar em nossas vidas, as quais podem nos cegar para a luz de Deus e até mesmo nos fazer questionar se essa luz ainda brilha para nós. Algumas dessas nuvens são de depressão, de ansiedade e de outras formas de aflições mentais e emocionais. Elas podem distorcer o modo como vemos a nós mesmos, aos outros e até mesmo a Deus. Afetam mulheres e homens de todas as idades, em todos os lugares do mundo. A tristeza e a ansiedade são emoções humanas naturais. 

    No entanto, se estamos constantemente tristes e se nossa dor bloqueia nossa capacidade de sentir o amor do Pai Celestial, de Seu Filho e a influência do Espírito Santo, então talvez estejamos sofrendo de depressão, ansiedade ou outra dificuldade emocional. Isso pode acontecer com qualquer uma de nós  especialmente quando colocamos fardos desnecessários sobre nós mesmas, por conhecermos o plano de felicidade e acharmos que precisamos ser perfeitas agora. Tais pensamentos podem ser opressivos. A perfeição é um processo que ocorre ao longo de nossa vida mortal e depois da morte  — e somente é possível pela graça de Jesus Cristo.  Por outro lado, quando falamos de nossos desafios emocionais, admitindo que não somos perfeitas, damos aos outros uma abertura para que compartilhem as dificuldades deles. Juntos, descobrimos que há esperança e que não precisamos sofrer sozinhos.

    Mesmo se não conseguirmos entender o que os outros estão passando, reconhecer que a dor é real pode ser um primeiro passo importante para encontrar compreensão e cura. Em alguns casos, a causa da depressão ou da ansiedade pode ser identificada; mas, em outros, pode ser mais difícil de discernir. Nosso cérebro pode sofrer por estresse ou intensa fadiga, que, às vezes, pode se resolver com ajustes na dieta, no sono e com exercícios. Em outros, também há a necessidade de terapia ou de medicação sob a orientação de profissionais treinados.

    Doenças mentais ou emocionais não tratadas podem levar ao aumento do isolamento, de mal-entendidos, de relacionamentos desfeitos, de autoflagelo e até de suicídio.

    É importante reconhecer que a depressão não é resultado de fraqueza nem é normalmente resultante do pecado. Ela “prospera quando mantida em segredo e diminui quando recebe empatia”. Juntos, podemos romper as nuvens do isolamento e do preconceito para que o fardo da vergonha seja removido e os milagres de cura possam ocorrer.

    Durante Seu ministério mortal, Jesus Cristo curou os enfermos e os aflitos, mas cada pessoa teve que exercer fé Nele e agir para receber Sua cura. Alguns caminharam longas distâncias, outros estenderam a mão para tocar Suas vestes, outros ainda tiveram que ser levados até Ele para serem curados.  Quando se trata de cura, não precisamos todos Dele desesperadamente?

    Que sigamos o caminho do Salvador, aumentando nossa compaixão, diminuindo nossa tendência de julgar e deixando de ser os inspetores da espiritualidade alheia. Ouvir com amor é um dos maiores presentes que podemos oferecer, e podemos ajudar a carregar fardos ou dissipar as nuvens pesadas que sufocam nossos entes queridos e amigos.

    Se vocês se sentem constantemente envoltas por uma “névoa de escuridão”, voltem-se para o Pai Celestial. Nada que vocês tenham vivenciado pode mudar a verdade eterna de que são Suas filhas e que Ele as ama. Lembrem-se de que Cristo é seu Salvador e Redentor, e de que Deus é seu Pai. Eles compreendem. Imaginem ambos a seu lado, ouvindo e oferecendo apoio. “Eles consolar-vos-ão nas aflições.” 

    Façam tudo o que puderem e confiem na graça expiatória do Senhor.

    Suas dificuldades não definem quem vocês são, mas podem refinar vocês. Graças a um “espinho na carne”, vocês podem ter a capacidade de sentir mais compaixão pelos outros.

     

     

    Venez trouver du réconfort.

    Castellano

    En sol y sombra, Señor, acompáñame

    Por Reyna I. Aburto

    Segunda Consejera de la Presidencia General de la Sociedad de Socorro

    Hace tiempo, iba en un avión que se acercaba a una fuerte tormenta. Poco después, el avión descendió por las pesadas nubes y de repente nos envolvió una espesa oscuridad que opacó por completo la intensa luz que habíamos presenciado un poco antes. En la vida podrían formarse nubes negras que nos impidan percibir la luz de Dios y hasta ocasionar que nos preguntemos si aún existe. Algunas de ellas son nubes de depresión, ansiedad y otras aflicciones mentales y emocionales que podrían distorsionar la forma en que nos vemos a nosotros mismos, a los demás e incluso a Dios, y afectan a mujeres y hombres de toda edad y en todos los rincones del mundo. La tristeza y la ansiedad son sentimientos humanos naturales. No obstante, si constantemente estamos tristes y si el dolor no nos permite sentir el amor del Padre Celestial y Su Hijo, y la influencia del Espíritu Santo, entonces quizá suframos de depresión, ansiedad u otra afección emocional. Nos puede suceder a cualquiera, sobre todo si como creyentes del plan de felicidad, nos imponemos cargas innecesarias al pensar que tenemos que ser perfectos ahora, lo cual puede ser abrumador. Lograr la perfección es un proceso que tendrá lugar a lo largo de nuestra vida mortal y más allá, y solo mediante la gracia de Jesucristo.

     

    En cambio, al hablar abiertamente de nuestros problemas emocionales, reconociendo que no somos perfectos, damos permiso a los demás de expresar sus desafíos y juntos comprendemos que hay esperanza y que no tenemos que sufrir a solas.

    Aunque no podamos identificarnos con lo que los demás estén pasando, el validar la realidad de su dolor puede ser un gran primer paso para hallar comprensión y sanación.

    En algunos casos se puede determinar la causa de la depresión o ansiedad, pero en otros podría ser difícil de discernir. El cerebro podría padecer debido al estrés o la intensa fatiga, lo cual a veces se puede mejorar ajustando la dieta, el sueño y el ejercicio. Otras veces, podrían necesitarse terapia o medicamentos bajo la dirección de profesionales capacitados.

    Si no se atienden, las afecciones mentales o emocionales pueden causar aislamiento, malentendidos, ruptura de relaciones, daño autoinfligido y hasta el suicidio. Penosamente, muchos que sufren casos graves de depresión se distancian de los demás santos porque sienten que no encajan en un molde imaginario. Podemos ayudarles a saber y sentir que sí tienen un lugar entre nosotros. Es importante darnos cuenta de que la depresión no se deriva de la debilidad y normalmente tampoco del pecado. Más bien, “aumenta si se mantiene en secreto y se mitiga con la empatía”. Juntos podemos romper las nubes del aislamiento y el estigma para que se levante la carga de la vergüenza y se produzcan milagros de sanación.

    Durante Su ministerio terrenal, Jesucristo sanó a los enfermos y afligidos. Sin embargo, cada persona tuvo que ejercer fe en Él y actuar a fin de que Él le sanara. Algunos caminaron grandes distancias, otros extendieron la mano para tocar Su manto y otros tuvieron que ser llevados a Él para ser sanados. ¿No necesitamos todos desesperadamente de Él para recibir sanación?

    Sigamos la senda del Salvador; mostremos más compasión y dejemos de juzgar y de ser los inspectores de la espiritualidad de los demás. Una de las mayores dádivas que podemos ofrecer es escuchar con amor, y podemos ayudar a llevar y disipar las cargadas nubes que asfixian a nuestros seres queridos y amigos.

    Si te rodea constantemente un “vapor de tinieblas”, acude al Padre Celestial. Nada por lo que hayas pasado puede alterar la verdad eterna de que tú eres Su hija, y que Él te ama. Recuerda que Cristo es tu Salvador y Redentor, y que Dios es tu Padre. Ellos comprenden. Imagínalos sentados cerca de ti, escuchando y ofreciéndote apoyo26. “Ellos te consolarán en tus aflicciones”. Haz todo lo que puedas y confía en la gracia expiatoria del Señor.

    Tus aflicciones no te definen, sino que te pueden refinar. Debido a un “aguijón en la carne”, podrías tener la capacidad para sentir más compasión por los demás.

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  • Justice et Miséricorde

     

    Il y a beaucoup à retirer de ce discours de James R. Rasband

    des Soixante-dix, Conférence générale d’Avril 2020. 

     

    Je veux méditer sur le passage qui parle d’Alma le fils.

    Pour tous ceux qui ramènent le passé d’autres personnes sans cesse.

    Nous avons tous déjà fait quelque chose de mal. Cependant, personne ne commet « le même mal ». Imaginez si Alma vivait aujourd’hui et qu’il serait un des nos voisins, un compagnon de travail ou tout simplement une connaissance. Ramènerez-vous le passé d’Alma sans cesse?

    Je dis : Quand nous ramenons les erreurs d’une personne sans cesse, sommes nous justes? Et sur tout ; sommes nous miséricordieux?

     

    « Une contribution essentielle et apaisante du Livre de Mormon à notre compréhension de l’expiation du Sauveur est que le sacrifice miséricordieux du Christ satisfait à toutes les exigences de la justice.

    Mais que sont exactement les « exigences de la justice » ? Réfléchissez à l’expérience d’Alma. Rappelez-vous que, jeune homme, il allait ça et là « pour détruire l’Église». En fait, il a dit à son fils Hélaman qu’il était « tourmenté par les souffrances de l’enfer » parce qu’il avait effectivement « assassiné beaucoup d’enfants de Dieu» en les entraînant à la destruction.

     

    Alma a expliqué à Hélaman qu’il avait fini par trouver la paix lorsque son esprit s’était emparé de l’enseignement de son père « concernant la venue de Jésus-Christ pour expier les péchés du monde».

    Un Alma pénitent a imploré la miséricorde du Christ et a ensuite éprouvé joie et soulagement lorsqu’il s’est rendu compte que le Christ avait expié ses péchés et payé tout ce que la justice exigeait.

     

    Mais qu’est-ce que la justice aurait exigé de la part d’Alma ?

    Comme lui-même l’a enseigné plus tard, « rien d’impur ne peut hériter le royaume de Dieu». Ainsi, une partie du soulagement d’Alma a dû provenir de l’intercession de la miséricorde ; sans elle, la justice l’aurait empêché de retourner vivre avec notre Père céleste. »

     

    Português (Portugais)

    Justice et Miséricorde

     

     

    Podemos tirar muito deste discurso do Élder James R. Rasband

    Dos setenta da Conferência Geral de Abril de 2020.

     

    Quero méditar na passagem que fala de Alma filho.

    Para todas pessoas que falam sem parar dos erros do passado de outra pessoa.

     

    Todos nós cometemos erros ou pecados, Mas não fazemos o mesmo erro ou pecado. Imagine se Alma filho estivese vivo e que ele morase perto da nossa casa ou se ele fosse um amigo de trabalho ou simplesmente um conhecido.

    Falariamos dos erros dele ou dos pecados dele sem parar?
    Eu digo: quando falamos sem parar dos pecados de uma pessoa, somos
    justos? Somos miséricordiosos?

     
    “Uma contribuição do Livro de Mórmon que é crucial e que
    proporciona paz à nossa compreensão da Expiação do Salvador é o
    ensinamento de que o sacrifício misericordioso de Cristo cumpre
    todos os requisitos da justiça.

     Mas, quais são exatamente os “requisitos da justiça”? Ponderem a própria experiência de Alma. Lembrem-se de que quando jovem, ele procurava “destruir a igreja”. De fato, Alma falou a seu filho, Helamã, que ele havia sido “atormentado com as penas do inferno” porque havia efetivamente “assassinado muitos dos filhos de Deus”, levando-os “à destruição”.

    Alma explicou a Helamã que finalmente teve paz quando “fixou a mente” nos ensinamentos de seu pai “sobre a vinda de Jesus Cristo para expiar os pecados do mundo”. Alma, então arrependido, clamou pela misericórdia de Cristo e então sentiu alegria e alívio ao perceber que Cristo havia expiado por seus pecados e pagado por todos os requisitos da justiça. Novamente, o que a justiça teria exigido de Alma? Como o próprio Alma ensinou posteriormente, “nenhuma coisa impura pode herdar o reino de Deus”.Assim, parte do alívio sentido por Alma deve ter sido porque, a menos que a misericórdia intercedesse, a justiça o teria impedido de voltar a viver com o Pai Celestial. »

     

    Castellano (Espagnol).

     

    Justice et Miséricorde

     

    Podemos tirar mucho de este discurso de élder James R. Rasband

    De los Setenta. Conferencia General de abril de 2020.

     

    Quiero meditar en la parte que habla de Alma hijo. Para aquellos que hablan sem parar de los errores ou de los pecados de otras personas.

    Todos cometemos errores ou pecados, pero no cometemos « el mismo error ou pecado ».

    Imaginemos si Alma estaria vivo y que él fuera nuestro vecino o companero de trabajo o solamente un conocido. Hablariamos constantemente de sus errores o pecados?

    Yo digo : Cuando hablamos constantemente de los errores o de los pecados de una otra persona cumplimos con la justicia y sobre todo cumplimos con la miséricordia?

     

    « Una contribución vital y tranquilizadora que el Libro de Mormón brinda a nuestra comprensión de la expiación del Salvador es su enseñanza de que el sacrificio misericordioso de Cristo cumple con todas las demandas de la justicia.

     

    Pero ¿qué son exactamente las “demandas de la justicia”? Consideren la propia experiencia de Alma. Recordarán que, cuando era joven, Alma procuró “destruir la iglesia”. De hecho, Alma le dijo a su hijo Helamán que “era atormentado con las penas del infierno” porque en efecto había “asesinado a muchos de los hijos de Dios”, conduciéndolos “a la destrucción”.

    Alma le explicó a Helamán que por fin había sentido paz “al concentrarse” en lo que enseñó su padre “concerniente a la venida de Jesucristo, para expiar los pecados del mundo”. Alma, arrepentido, suplicó la misericordia de Cristo y después sintió gozo y alivio al darse cuenta de que Cristo había expiado sus pecados y pagado todo lo que la justicia requería. Pregunto de nuevo: ¿qué habría requerido de Alma la justicia? Tal como él mismo enseñó más tarde: “nada impuro puede heredar el reino de Dios”. Por lo tanto, parte del alivio de Alma debió haber sido que, a menos que la misericordia intercediera, la justicia le hubiera impedido regresar a vivir con el Padre Celestial. »

     

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  •  

     

    Tous les membres de l’église de Jésus Christ des saints de derniers jours du Pieu de Montréal, ont reçu cet email de notre président de Pieu, Dominic Sénéchal. J’ai demandé la permission de partager ici sur mon blog quelques paragraphes de son email.

     

    En août 2016, j’ai essayé d’expliquer cette écriture : 3 Néphi 13 : 22 Et Mathieu 6 : 22-23,   "L’œil est la lampe du corps. Si ton œil est en bon état, tout ton corps sera éclairé. 23 Mais si ton œil est en mauvais état, tout ton corps sera dans les ténèbres. Si donc la lumière qui est en toi est ténèbres, combien seront grandes ces ténèbres!" 

     

    Chaque fois que je veux mettre au claire mes pensées ça porte à confusion, même en portugais ou espagnol et c’est pour ça que je veux partager les mots de notre président. Il nous parle de notre situation sur le convid-19, d’avril 2020.

     

    J’espère que se sera plus compréhensible ce que j’essai de dire sur mon article intituler : « Le pourquoi du titre de mon blog », 2 août 2016.

     

    Regardez bien, à travers l’œil (ou yeux) les informations entrent et sortent, à partir de ce point de vue on comprend mieux cette écriture. Remarquez combien de fois notre président utilise les mots : lumière/espérance  et ténèbres/désespoir.  
     
     

     « L’espérance a le pouvoir de remplir notre vie de bonheur. Son absence, quand ce désir de notre cœur est différé, peut rendre notre cœur malade et nous décourager, spécialement dans cette période d’incertitude et de crise. Moroni, dans sa solitude, même après avoir été témoin de la destruction complète de son peuple, vivait dans l’espérance. Au crépuscule de la nation néphite, il a écrit que sans l’espérance nous ne pouvons pas recevoir d’héritage dans le royaume de Dieu. 

     

    Le désespoir nous enlève notre lumière, restreint notre entrain et notre joie et laisse derrière lui les décombres de ce que la vie devait être. Le désespoir tue l’ambition, pollue l’âme et insensibilise le cœur. 

     

    L’espérance, par contre, est comme le rayon d’un soleil levant au-dessus de l’horizon de notre situation actuelle. Il perce les ténèbres par une aube brillante. Il nous encourage et nous inspire à placer notre confiance dans l’amour attentionné d’un Père céleste éternel qui a préparé le chemin pour les personnes qui recherchent la vérité éternelle dans un monde de relativisme, de confusion et de peur.  

     

    Les choses en lesquelles nous espérons nous soutiennent dans notre marche quotidienne. Elles nous soutiennent dans les épreuves, les tentations et le chagrin. Tout le monde a connu dernièrement le découragement et les difficultés. En fait, il y a des moments où les ténèbres ou la situation peuvent sembler insupportables. C’est à ces moments-là que les principes divins de l’Évangile rétabli dans lesquels nous espérons peuvent nous soutenir et nous porter jusqu’à ce que nous marchions à nouveau dans la lumière. » 

     

    Les choses que nous espérons.

    Portugais

      Todos os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias da Estaca Montreal receberam esse email do presidente da estaca, Dominic Sénéchal. Pedi permissão para compartilhar alguns parágrafos do email dele aqui no meu blog.  

    Em agosto de 2016, tentei explicar esta escritura: 3 Néfi 13:22 e Mateus 6: 22-23: "O olho é a lâmpada do corpo. Se ele estiver em boas condições, todo o seu corpo ficará aceso. 23 Mas, se seus olhos estão em mau estado, todo o seu corpo estará nas trevas. Se então a luz que está em você é trevas, quão grandes serão essas trevas! "  

    Sempre que eu tento esclarecer meus pensamentos, so da confusao, mesmo em português ou espanhol (Castelhano), e é por isso que quero compartilhar as palavras do nosso presidente. Ele nos fala sobre a nossa situação do convid-19 (Corona virus), de abril de 2020. 

    Observe atentamente, através dos olhos (ou olho), as informações entram e saem; desse ponto de vista, entendemos melhor essa escritura.

    Observe com que frequência nosso presidente usa as palavras: luz / esperança e trevas / desespero.  

     

    "A esperança tem o poder de encher nossas vidas de felicidade. Sua ausência, quando o desejo de nosso coração é adiado, pode adoecer e desanimar nosso coração, especialmente neste período de incerteza e crise. Morôni, na solidão dele, mesmo depois de testemunhar a completa destruição de seu povo, viveu na esperança. No crepúsculo da nação nefita, ele escreveu que, sem esperança, não podemos receber uma herança no reino de Deus.  

    O desespero tira a nossa luz, restringe o nosso entusiasmo e a nossa alegria e deixa para trás os escombros do que a vida deveria ter sido. O desespero mata a ambição, polui a alma e entorpece o coração.  A esperança, por outro lado, é como o raio de um sol nascente no horizonte da nossa situação atual. Ele atravessa a escuridão com um amanhecer brilhante. Ele nos encoraja e nos inspira a depositar nossa confiança no amor carinhoso de um Pai Celestial eterno que preparou o caminho para aqueles que buscam a verdade eterna em um mundo de relativismo, confusão e medo.  

    As coisas nas quais esperamos nos apoiar em nossa caminhada diária. Elas nos apoiam em provações, tentações e tristezas. Todo mundo experimentou desânimo e dificuldades ultimamente. De fato, há momentos em que a escuridão ou a situação podem parecer insuportáveis. É nesses momentos que os princípios divinos do evangelho restaurado, nos quais esperamos, podem apoiar e levar-nos até que andemos na luz novamente. "

     

    Castellano (Espagnol)

     

    Les choses que nous espérons.

    Todos los miembros de la Iglesia de Jesucristo de los Santos de los Últimos Días de la Estaca de Montreal recibieron este correo electrónico de nuestro presidente de estaca, Dominic Sénéchal. Pedí permiso para compartir algunos párrafos de su correo electrónico aquí en mi blog.

     En agosto de 2016, traté de explicar esta escritura: 3 Nefi 13:22 y Mateo 6: 22-23, "El ojo es la lámpara del cuerpo. Si tu ojo está en buenas condiciones, todo tu cuerpo estará iluminado 23 Pero si tu ojo está en mal estado, todo tu cuerpo estará en la oscuridad. Si la luz que hay en ti es oscuridad, qué grande será esta oscuridad!" 

    Cada vez que trato de aclarar mis pensamientos siempre da confusion, incluso en portugués o español y es por eso que quiero compartir las palabras de nuestro presidente. Él nos habla sobre nuestra situación con la convid-19(Corona virus), de abril 2020. Espero que sea más comprensible lo que trato de decir en mi artículo titulado: "El por qué del título de mi blog",  del 2 de agosto de 2016.

     

    Miren cuidadosamente, a través del ojo (o ojos) la información entra y sale, desde este punto de vista entendemos mejor esta escritura. Observe con qué frecuencia nuestro presidente usa las palabras: luz / esperanza y oscuridad / desesperación.

     "La esperanza tiene el poder de llenar nuestras vidas de felicidad. Su ausencia, cuando el deseo de nuestro corazón la borra, puede enfermarlo y desanimarnos, especialmente en este período de incertidumbre y crisis. Moroni, en su soledad, incluso después de haber presenciado la destrucción completa de su pueblo, vivió con esperanza. En el crepúsculo de la nación nefita, escribió que sin esperanza no podemos recibir una herencia en el reino de Dios.

     La desesperación nos quita la luz, restringe nuestro entusiasmo y nuestra alegría y deja atrás los escombros de lo que debería haber sido la vida. La desesperación mata la ambición, contamina el alma y adormece el corazón.

     La esperanza, por otro lado, es como el rayo de un sol naciente sobre el horizonte de nuestra situación actual. Atraviesa la oscuridad con un brillante amanecer. Él nos anima e inspira a depositar nuestra confianza en el amor solidario de un Padre Celestial eterno que preparó el camino para aquellos que buscan la verdad eterna en un mundo de relativismo, confusión y miedo.
     
    Las cosas en las que esperamos nos apoyan en nuestra caminata diaria. Nos apoyan en pruebas, tentaciones y penas. Todos han experimentado desánimo y dificultades últimamente. De hecho, hay momentos en que la oscuridad o la situación pueden parecer insoportables. Es en estos momentos que los principios divinos del evangelio restaurado en los que esperamos pueden apoyarnos y llevarnos hasta que caminemos nuevamente en la luz. "
     

     

     

     

     

     

     

     

     

     
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  • Sommes-nous différents d’eux?

     

     Les deux premiers fils d’Adam et Ève, 

    Genèse  4 : 3 Au bout de quelque temps, Caïn fit à l’Éternel une offrande des fruits de la terre ;

    L’Éternel porta un regard favorable sur Abel et sur son offrande ;

    Genèse  4 : mais il ne porta pas un regard favorable sur Caïn et sur son offrande. Caïn fut très irrité, et son visage fut abattu. 

    Genèse  4 : 8 Cependant, Caïn adressa la parole à son frère Abel ; mais, comme ils étaient dans les champs, Caïn se jeta sur son frère Abel, et le tua. 

     

    Avant le déluge Genèse 6 : 11 La terre était corrompue devant Dieu, la terre était pleine de violence.

    12 Dieu regarda la terre, et voici, elle était corrompue ; car toute chair avait corrompu sa voie sur la terre.

    Genèse 7 : 17 Le déluge fut quarante jours sur la terre. Les eaux crûrent et soulevèrent l’arche, et elle s’éleva au-dessus de la terre.

     

    Genèse 13 : 7  Il y eut querelle entre les bergers des troupeaux d’Abram et les bergers des troupeaux de Lot. Les Cananéens et les Phérésiens habitaient alors dans le pays.

    Genèse 13 : 12 Abram habita dans le pays de Canaan ; et Lot habita dans les villes de la plaine, et dressa ses tentes jusqu’à Sodome.

    13 Les gens de Sodome étaient méchants, et de grands pécheurs contre l’Éternel.

    Genèse  18 :20 Et l’Éternel dit : Le cri contre Sodome et Gomorrhe s’est accru, et leur péché est énorme.

     

    Dieu envoya deux anges pour détruire la ville de Sodome.

    Regardez bien comment le peuple a traité, selon eux, deux étrangers qui étaient dans la maison de Lot.

     

    Genèse  19 : Ils dirent : Retire-toi ! Ils dirent encore : Celui-ci est venu comme étranger, et il veut faire le juge ! Eh bien, nous te ferons pis qu’à eux. Et, pressant Lot avec violence, ils s’avancèrent pour briser la porte.

     

    Genèse  19 : 11 Et ils frappèrent d’aveuglement les gens qui étaient à l’entrée de la maison, depuis le plus petit jusqu’au plus grand, de sorte qu’ils se donnèrent une peine inutile pour trouver la porte.

     

    Genèse  19 : 13 Car nous allons détruire ce lieu, parce que le cri contre ses habitants est grand devant l’Éternel. L’Éternel nous a envoyés pour le détruire.

    Genèse  19 : 14 Lot sortit, et parla à ses gendres qui avaient pris ses filles : Levez-vous, dit-il, sortez de ce lieu ; car l’Éternel va détruire la ville. Mais, aux yeux de ses gendres, il parut plaisanter.

     

    Exode 12 : 12 Cette nuit-là, je passerai dans le pays d’Égypte, et je frapperai tous les premiers-nés du pays d’Égypte, depuis les hommes jusqu’aux animaux, et j’exercerai des jugements contre tous les dieux de l’Égypte. Je suis l’Éternel. 

    Exode 12 : 13 Le sang vous servira de signe sur les maisons où vous serez ; je verrai le sang, et je passerai par-dessus vous, et il n’y aura point de plaie qui vous détruise, quand je frapperai le pays d’Égypte. 

     

    Exode 16 : 16 Voici ce que l’Éternel a ordonné : Que chacun de vous en ramasse ce qu’il faut pour sa nourriture, un omer par tête, suivant le nombre de vos personnes ; chacun en prendra pour ceux qui sont dans sa tente.

    Exode 16 : 17 Les Israélites firent ainsi ; et ils en ramassèrent les uns plus, les autres moins. 

    Exode 16 : 18 On mesurait ensuite avec l’omer ; celui qui avait ramassé plus n’avait rien de trop, et celui qui avait ramassé moins n’en manquait pas. Chacun ramassait ce qu’il fallait pour sa nourriture. 

    Exode 16 : 19 Moïse leur dit : Que personne n’en laisse jusqu’au matin.

    Exode 16 : 20 Ils n’écoutèrent pas Moïse, et il y eut des gens qui en laissèrent jusqu’au matin ; mais il s’y mit des vers, et cela devint infect. Moïse fut irrité contre ces gens.

     

    Exode 32 : Le peuple, voyant que Moïse tardait à descendre de la montagne, s’assembla autour d’Aaron, et lui dit : Allons ! Fais-nous un Exode 32 : dieu qui marche devant nous, car ce Moïse, cet homme qui nous a fait sortir du pays d’Égypte, nous ne savons ce qu’il est devenu.

    Exode 32 : L’Éternel dit à Moïse : Je vois que ce peuple est un peuple au cou roide. 

    Exode 32 : 27 Il leur dit: Ainsi parle l’Éternel, le Dieu d’Israël : Que chacun de vous mette son épée au côté ; traversez et parcourez le camp d’une porte à l’autre, et que chacun tue son frère, son parent. 

    Exode 32 : 28 Les enfants de Lévi firent ce qu’ordonnait Moïse ; et environ trois mille hommes parmi le peuple périrent en cette journée.

     

     Il y a encore  beaucoup de gens qui disent que Dieu n’existe pas et qu’il ne s’occupe pas de nous, je vois ce qui  se passe en 2020, je trouve que l’histoire se répète. 

     

    Sommes-nous différents d’eux?

     

    Português (Portugais).

     

    Somos diferentes deles?

     

    Os dois primeiros filhos de Adao e Eva.

     

    Gênesis 4 : E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor.

    E Abel também trouxe dos aprimogênitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua boferta,

    Mas para Caim e para a sua aoferta não atentou. E irou-se Caim fortemente e descaiu-lhe o seu semblante.

    Gênesis 4 : E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o amatou.

     

    Antes do diluvio, Gênesis 6 : 11 A terra, porém, estava acorrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de bviolência.

    12 E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a acarne havia corrompido o seu bcaminho sobre a terra.

    Gênesis 6 : 17 E esteve o dilúvio quarenta dias sobre a terra, e cresceram as águas, e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra.

     

    Gênesis 13 : E houve contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló; e os cananeus e os perizeus habitavam então na terra.

    Gênesis 13 : 12 Habitou Abrão na terra de Canaã, e Ló habitou nas cidades da campina, e armou as suas tendas até Sodoma.

    Gênesis 13 : 13 Ora, eram amaus os homens de Sodoma, e grandes pecadores contra o Senhor.

     

    Gênesis 18 : 20 Disse mais o Senhor: Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se multiplicou, e porquanto o seu apecado se agravou muito,

     

    Deus mandou dois anjos para destruir a cidade de Sodoma, preste bem atençao como essa gente tratou os dois anjos.

     

    Gênesis 19 : Eles, porém, disseram: Sai daí. Disseram mais: Como estrangeiro este indivíduo veio aqui habitar, e quereria ser juiz em tudo? Agora faremos mais mal a ti do que a eles. E arremessaram-se sobre o homem, sobre Ló, e aproximaram-se para arrombar a porta.

    Gênesis 19 : 10 Aqueles homens, porém, estenderam a sua mão, e fizeram Ló entrar com eles na casa, e fecharam a porta,

    Gênesis 19 : 11 E feriram de cegueira os homens que estavam à porta da casa, desde o menor até o maior, de maneira que se cansaram à procura da porta.

     

    Gênesis 19 : 13 Porque nós vamos destruir este lugar, porque o seu clamor aumentou diante da face do Senhor, e o Senhor nos enviou para destruí-lo.

    Gênesis 19 : 14 Então saiu Ló e falou a seus genros, aos que haviam de casar com as suas filhas, e disse: Levantai-vos, asaí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade. Foi tido, porém, por zombador aos olhos de seus genros.

     

    Êxodo 12 : 12 E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo aprimogênito na terra do Egito, desde os homens até os animais; e sobre todos os bdeuses do Egito executarei cjuízos. Eu sou o Senhor.

    Êxodo 12 : 13 E aquele sangue vos será por asinal nas casas em que estiverdes; e vendo eu o sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito.

     

    Êxodo 16 : 16 Esta é a palavra que Senhor ordenou: Colhei dele cada um conforme o que pode comer, um aômer por cabeça, segundo o número das vossas almas; cada um tomará para os que se acharem na sua tenda.

    17 E os filhos de Israel fizeram assim; e colheram, uns mais e outros menos.

    18 Porém, medindo-o com o ômer, não sobejava ao que acolhera muito, nem faltava ao que colhera pouco; cada um colheu tanto quanto podia comer.

    19 E disse-lhes Moisés: Ninguém deixe dele para a manhã.

    Êxodo 16 : 20 Eles, porém, não deram ouvidos a Moisés, antes alguns deles deixaram dele para a manhã; e criou bichos, e fedeu; por isso indignou-se Moisés contra eles.

     

    Êxodo 32 : Mas, vendo o povo que Moisés atardava em descer do monte, ajuntou-se o povo a Aarão, e disseram-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses, que bvão adiante de nós, porque quanto a esse Moisés, a esse homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu.

    Exodo 32 : Disse mais o Senhor a Moisés: Tenho visto este povo, e eis que é povo aobstinado.

     

    Êxodo 32 : 27 E disse-lhes: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: Cada um ponha a sua espada sobre a sua coxa, e passai e tornai a passar pelo acampamento de porta em porta, e mate cada um o seu irmão, e cada um o seu amigo, e cada um o seu próximo.

    28 E os filhos de Levi fizeram conforme a palavra de Moisés; e caíram do povo aquele dia uns três mil homens.

     

    E ainda tem gente falando que Deus nao existe e que ele nao se preocupa de nos. Tudo isso aconteceu faz muitos anos,antes de Jesus Cristo mas eu estou vendo tudo isso de novo, agora no ano 2020.

     

    Castellano (Espagol).

    Somos diferentes de ellos?

     

    Sommes-nous différents d’eux?

    Los dos primeros hijos de Adan y Eva.

     

    Génesis 4 : Y aconteció, andando el tiempo, que Caín trajo del fruto de la tierra una ofrenda a Jehová.

    Y Abel trajo también de los aprimogénitos de sus ovejas, y de su grosura. Y miró Jehová con agrado a Abel y a su bofrenda;

    mas no miró con agrado a Caín ni a la aofrenda suya. Y Caín se ensañó en gran manera y decayó su semblante.

    Génesis 4 : Y habló Caín a su hermano Abel; y aconteció que estando ellos en el campo, Caín se levantó contra su hermano Abel y le amató.

     

    Antes del diluvio, Génesis 6 : 11 Y se acorrompió la tierra delante de Dios, y estaba la tierra llena de bviolencia.

    12 Y miró Dios la tierra, y he aquí que estaba corrompida, porque toda acarne había corrompido bsu camino sobre la tierra.

    Génesis 6 : 17 Y yo, he aquí, yo voy a enviar un adiluvio de aguas sobre la btierra, para destruir toda carne en que haya espíritu de vida debajo del cielo; todo lo que hay en la tierra morirá.

     

    Génesis 13 : 11 Entonces Lot escogió para sí toda la llanura del Jordán; y partió Lot hacia el oriente, y se apartaron el uno del otro.

    12 Abram se asentó en la tierra de Canaán, y Lot se asentó en las ciudades de la llanura y fue poniendo sus tiendas hasta Sodoma.

    13 Mas los hombres de Sodoma eran amalos y pecadores delante de Jehová en gran manera.

     

    Génesis 18 : 20 Entonces Jehová le dijo: Por cuanto el clamor de Sodoma y Gomorra aumenta más y más, y ael pecado de ellos se ha agravado en extremo,

     

    Dios mando dos angeles para destruir la ciudad de Sodoma, ponga mucha atencion como trataran a los angeles ese peublo.

     

    Génesis 19 : Y ellos respondieron: ¡Quítate de ahí! Y añadieron: Vino este aquí para habitar como extranjero, ¿y habrá de erigirse en juez? Ahora te haremos más mal que a ellos. Y hacían gran violencia al varón, a Lot, y se acercaron para romper la puerta.

    10 Entonces los dos varones extendieron la mano, y metieron a Lot en casa con ellos y cerraron la puerta.

    11 E hirieron con ceguera a los hombres que estaban a la puerta de la casa desde el menor hasta el mayor, de modo que se fatigaban por hallar la puerta.

    Génesis 19 : 13 porque vamos a destruir este lugar, por cuanto el clamor de ellos ha subido de punto delante de Jehová. Por tanto, Jehová nos ha enviado para destruirlo.

    14 Entonces salió Lot, y habló a sus yernos, los que habían de casarse con sus hijas, y les dijo: Levantaos, asalid de este lugar, porque Jehová va a destruir esta ciudad. Mas les pareció a sus yernos que bromeaba.

     

    Exodo 12 : 12 Pues yo pasaré esa noche por la tierra de Egipto y heriré de muerte a todo aprimogénito en la tierra de Egipto, tanto de los hombres como de las bestias; y ejecutaré mis bjuicios contra todos los cdioses de Egipto. Yo Jehová.

    13 Y la sangre os será por aseñal en las casas donde vosotros estéis; y veré la sangre y pasaré de vosotros, y no habrá en vosotros plaga de mortandad cuando hiera la tierra de Egipto.

     

    Exodo 16 : 16 Esto es lo que Jehová ha mandado: Recoged de él cada uno según lo que pueda comer: un agomer por cabeza, conforme al número de vuestras personas; tomará cada uno para los que están en su tienda.

    Exodo 16 : 17 Y los hijos de Israel lo hicieron así, y recogieron unos más, otros menos;

    18 y lo medían por gomer, y no le sobró al que había arecogido mucho, ni le faltó al que había recogido poco; cada uno recogió conforme a lo que había de comer.

    Exodo 16 : 19 Y les dijo Moisés: Ninguno deje nada de ello para mañana.

    Exodo 16 : 20 Mas ellos no obedecieron a Moisés, sino que algunos dejaron de ello para el otro día, y crio gusanos y hedió; y se enojó contra ellos Moisés.

     

    Exodo 32 : Mas al ver los del pueblo que Moisés atardaba en descender del monte, se acercaron a Aarón y le dijeron: Levántate, haznos dioses que bvayan delante de nosotros, porque a ese Moisés, aquel hombre que nos sacó de la tierra de Egipto, no sabemos qué le haya acontecido.

     

    Exodo 32 : Dijo además Jehová a Moisés: Yo he visto a este apueblo, y he aquí es pueblo de dura cerviz.

     

    Exodo 32 : 27 Y él les dijo: Así ha dicho Jehová, el Dios de Israel: Póngase cada uno la espada sobre el muslo; pasad y volved a pasar de puerta en puerta por el campamento, y matad cada uno a su hermano, y a su amigo y a su pariente.

    28 Y los hijos de Leví lo hicieron conforme a lo dicho por Moisés, y cayeron del pueblo en aquel día como tres mil hombres.

     

    Y todavia hay gente diciendo que Dios no existe y que él no se preocupa de nosotros, todo eso paso hace mas de 2000 anos antes de Jesus Cristo, pero estoy vendo todo se repite en 2020.

     

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    Les prophètes et les apôtres

    L’œuvre du Seigneur requiert une organisation qu’il dirige lui-même par l’intermédiaire de dirigeants qu’il a choisis et à qui il a donné l’autorité de mener à bien ses desseins. Historiquement dans les Écritures, ces dirigeants ont été soit un prophète, soit des prophètes et des apôtres. C’est le modèle qui prévalait à l’époque de l’alliance avec Israël et au midi des temps, et c’est encore le cas aujourd’hui dans l’Église rétablie de Jésus-Christ.

    Le Seigneur dirige son peuple par l’intermédiaire d’une organisation

    Le dessein de notre Père céleste est de « réaliser l’immortalité et la vie éternelle » de ses fils et filles (Moïse 1:39). Dans cette dispensation, il le fait au moyen de l’Église de Jésus-Christ des Saints des Derniers Jours dont le but est d’aider « les individus et les familles à se qualifier pour l’exaltation1 ».

    Gordon B. Hinckley (1910-2008) a enseigné : « Les trois grandes responsabilités incontournables qui reposent sur l’Église sont, premièrement, de porter l’Évangile de Jésus-Christ aux habitants de la terre, deuxièmement, de mettre en œuvre cet Évangile dans la vie des membres de l’Église et, troisièmement, de permettre aux personnes qui sont passées de l’autre côté du voile de la mort de recevoir ces bénédiction grâce à l’œuvre par procuration2. »

    À notre époque, nombreux sont les gens qui semblent aspirer à la spiritualité ou au religieux mais pensent qu’ils peuvent l’obtenir sans l’aide d’une organisation religieuse. Ceux qui croient pouvoir y arriver en dehors du cadre formel d’une organisation ignorent ce qui a été clairement rapporté concernant ce que le Seigneur Jésus-Christ a établi afin d’assurer la continuité et l’efficacité de son Évangile et de ses enseignements. Il y a cinq ans, dans un discours remarquable prononcé à la conférence générale, D. Todd Christofferson, du Collège des douze apôtres, nous a rappelé qu’« au midi des temps, Jésus a organisé son œuvre de manière telle que l’Évangile a pu être établi simultanément dans de multiples nations et parmi divers peuples3 ». Cette organisation comprenait les apôtres et les autres officiers décrits dans le Nouveau Testament.

    Pourquoi une organisation est-elle nécessaire pour accomplir les desseins du Seigneur ? Le Seigneur nous aime et nous aide individuellement mais, pour que s’accomplissent ses desseins à l’égard de l’ensemble des enfants de Dieu, notamment du peuple de son alliance, il agit par l’intermédiaire d’une organisation dirigée par des prophètes et des apôtres.

    Ce n’est qu’à travers une organisation que chacun des membres de ce que Paul a appelé « le corps du Christ » (1 Corinthiens 12:27) a les possibilités dont il a besoin pour atteindre la progression spirituelle qui est le but de sa création. Seule une organisation aux talents divers et aux efforts variés réalise ce qui est nécessaire pour accomplir l’œuvre du Seigneur.

     

    Neal A. Maxwell (1926-2004), du Collège des douze apôtres, a donné une autre raison pour laquelle les personnes religieuses ou spirituelles doivent être organisées : « La bonté individuelle agissant au hasard est insuffisante pour lutter contre le mal6. »

     

    L’Église rétablie de Jésus-Christ est gouvernée par des prophètes et des apôtres

    L’organisation de l’Église de Jésus-Christ doit avoir des dirigeants qu’il choisit et à qui il donne le pouvoir et l’autorité de déclarer sa volonté à son peuple.

    Le Seigneur a enseigné : « Ce n’est pas vous qui m’avez choisi ; mais moi, je vous ai choisis, et ordonnés, afin que vous portiez du fruit » (Jean 15:16). La Bible est claire sur qui choisit les prophètes et les apôtres. Dans l’Ancien Testament, on le voit clairement dans l’appel de Moïse et dans celui de Samuel, et, dans le Nouveau Testament, on le voit dans l’appel des douze apôtres et dans celui de l’apôtre Paul (voir Exode 3 ; 1 Samuel 3 ; Marc 3 ; Actes 9). Ces dirigeants ne se sont pas portés volontaires ni n’ont été élus par les croyants.

     

    La Bible montre aussi que les dirigeants religieux doivent avoir l’autorité de la prêtrise de Dieu, qui est conférée par quelqu’un qui détient déjà cette autorité. Les descriptions dans la Bible de l’appel et de l’autorité d’Aaron, des membres des douze apôtres et des soixante-dix illustrent ce principe (voir Exode 28:1-4 ; Marc 3:14-15 ; Luc 10:1, 17). L’autorité de la prêtrise n’est pas venue de la lecture des Écritures ou du désir de servir. L’ordination qui confère l’autorité de la prêtrise vient des chefs de l’Église et se fait au su de tous (voir Doctrine et Alliances 42:11).

    Dans l’Ancien Testament, les dirigeants spirituels étaient des prophètes. Trois rôles différents leur sont attribués. Certains étaient des hommes saints qui remplissaient un rôle de prophète pour leur postérité, comme Abraham. Certains étaient des dirigeants exerçant un pouvoir politique et sacerdotal, comme Moïse et Josué. La plupart exerçaient leur rôle de prophète indépendamment de leur position patriarcale ou politique, comme Samuel et Ésaïe. Le Livre de Mormon rapporte les mêmes rôles de prophètes comme pour Léhi (patriarche), le roi Benjamin (dirigeant politique) et Alma le Jeune (après l’abandon de son poste de grand juge) (voir 1 Néphi 1-2 ; Mosiah 1-6 ; Alma 4-5). Cependant, il est clair que tous les prophètes qui ont précédé Jésus-Christ ont appelé les gens au repentir et, pour la plupart, ont prophétisé la venue du Messie7.

    L’office d’apôtre est mentionné pour la première fois dans le Nouveau Testament, lorsque le Sauveur a appelés ses apôtres dans le cadre de l’organisation de son ministère afin de proclamer, baptiser et guérir. L’apôtre Paul a écrit que l’Église de Jésus-Christ est « édifié[e] sur le fondement des apôtres et des prophètes, Jésus-Christ lui-même étant la pierre angulaire » (Éphésiens 2:20). Jésus a aussi appelé des soixante-dix et les a envoyés prêcher (voir Luc 10:1, 17), et il a donné l’autorité d’appeler d’autres officiers, comme les pasteurs et les instructeurs (voir Éphésiens 4:11).

     

    L’une des fonctions essentielles des apôtres dans l’Église que Jésus a établie était de détenir les clefs de la prêtrise. Quand le Sauveur a promis à l’apôtre Pierre « les clefs du royaume des cieux », il l’a décrit comme étant le pouvoir par lequel « ce [qu’il lierait] sur la terre [serait] lié dans les cieux » (Matthieu 16:19). En d’autres termes, les clés garantissent que les actions autorisées de l’autorité de la prêtrise sur terre auront un effet dans le ciel. Les apôtres qui détiennent les clés de la prêtrise ont le droit et la responsabilité de présider et de diriger les activités de la prêtrise de Dieu et l’Église de Jésus-Christ sur terre8. Cela inclut l’accomplissement et la supervision des ordonnances essentielles de l’Évangile.

    Dans le cadre de leurs responsabilités, les prophètes et les apôtres ont le devoir, et le don correspondant, d’enseigner les vérités de l’Évangile et de témoigner en qualité de « témoins spéciaux du nom du Christ dans le monde entier » (Doctrine et Alliances 107:23). Ils discernent la vérité et l’erreur et affirment avec autorité : « Ainsi dit le Seigneur ». J. Reuben Clark, fils (1873-1961), premier conseiller dans la Première Présidence, a déclaré que les apôtres « ont le droit, le pouvoir et l’autorité de déclarer la volonté de Dieu à son peuple, conformément au pouvoir et à l’autorité suprêmes du Président de l’Église9 ».

    En tant que serviteurs du Père et du Fils, les apôtres et les prophètes enseignent et conseillent selon les directives du Saint-Esprit, ne désirant rien d’autre que dire ce qui est vrai et encourager tout le monde à suivre le chemin menant aux bénédictions de Dieu, dont notamment la destinée ultime qu’il souhaite pour tous ses enfants : la vie éternelle, « le plus grand de tous les dons de Dieu » (Doctrine et Alliances 14:7). Leur voix est digne de confiance.

     

    M. Russell Ballard, président suppléant du Collège des douze apôtres, a dit : « Dans le monde actuel, où des commentateurs débitent des opinions contradictoires vingt-quatre heures sur vingt-quatre à la télévision et à la radio, où des publicitaires rivalisent pour vous soutirer tout ce qu’ils peuvent, de votre argent jusqu’à votre vote, il existe une voix claire, non corrompue et impartiale sur laquelle vous pouvez toujours compter. C’est la voix du prophète actuel et des apôtres. Leur seule motivation est ‘le bien-être éternel de votre âme’ (2 Néphi 2:30). »

    L’accès aux enseignements des apôtres et des prophètes est à la fois une bénédiction et une grande responsabilité. La bénédiction, c’est l’accès direct à ce que le Seigneur veut que nous entendions. La responsabilité est que cet accès aux enseignements du Seigneur nous donne l’obligation morale de les écouter et de les suivre. Malheureusement, certains croyants ne s’acquittent pas de cette responsabilité. Il n’est pas surprenant que beaucoup de gens dans le monde rejettent l’idée que Dieu donne à des apôtres et à des prophètes l’autorité et l’inspiration de parler en son nom. Ils sont encore plus nombreux à rejeter les prophètes et les apôtres parce qu’ils nient l’existence de Dieu ou l’existence d’un bien et d’un mal absolus. 

     

    Português (Portugais)

     

    Les prophètes et les apôtres

    O Senhor dirige Sua Igreja por meio de profetas e apóstolos

    Presidente Dallin H. Oaks

    Primeiro conselheiro na Primeira Presidência

    O trabalho do Senhor exige uma organização dirigida pelo Senhor por meio de líderes que Ele escolheu e autorizou e que Ele orienta no cumprimento de Seus propósitos. A história contida nas escrituras mostra que esses líderes foram um profeta ou profetas e apóstolos. Esse era o padrão na época da Israel sob convênio e no meridiano dos tempos, e continua a ser assim na Igreja restaurada de Jesus Cristo.

    O Senhor guia Seu povo por meio de uma organização

    O propósito de nosso Pai Celestial é “levar a efeito a imortalidade e a vida eterna” de Seus filhos e Suas filhas (Moisés 1:39). Nesta dispensação, Ele faz isso por meio de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, cujo propósito é “ajudar as pessoas e as famílias a se qualificarem para a exaltação”.1

    O presidente Gordon B. Hinckley (1910–2008) ensinou: “À medida que prosseguimos não podemos nunca desviar nossa atenção do grande e urgente tripé de responsabilidade posto sobre a Igreja: primeiro, levar o evangelho de Jesus Cristo às pessoas da Terra; segundo, implementar o evangelho na vida dos membros da Igreja; terceiro, conceder através do trabalho vicário as bênçãos do evangelho àqueles que passaram para além do véu da morte”.

     

    Em nossos dias, muitos parecem querer espiritualidade ou religião, mas creem que podem ter isso sem organização religiosa. Aqueles que acham possível alcançar isso fora de uma organização formal ignoram a história bem registrada do que o Senhor Jesus Cristo estabeleceu para garantir a continuidade e eficácia de Seu evangelho e Seus ensinamentos. Conforme o élder D. Todd Christofferson, do Quórum dos Doze Apóstolos, lembrou-nos num extraordinário discurso de conferência geral, há cinco anos: “No meridiano dos tempos, Jesus organizou Sua obra de uma forma que o evangelho pudesse ser estabelecido simultaneamente em várias nações e entre povos diversos”.3 Essa organização incluía os apóstolos e outros líderes descritos no Novo Testamento.

     

    Por que é obrigatório haver uma organização para realizar os propósitos do Senhor? Embora nosso Salvador nos ame e ajude individualmente, a fim de cumprir Seus propósitos para todos os filhos de Deus  — em especial Seu povo do convênio  —, Ele atua por meio de uma organização dirigida por profetas e apóstolos.

    Somente por meio de uma organização é que os membros individuais do que o apóstolo Paulo chamou de “corpo de Cristo” (1 Coríntios 12:27) podem receber as oportunidades necessárias para alcançar crescimento espiritual, que é o propósito de sua criação. E apenas uma organização com talentos diversos e esforços variados pode suprir todo o necessário para realizar o trabalho do Senhor.

     

    O élder Neal A. Maxwell (1926–2004) deu outro motivo para que pessoas religiosas ou espirituais se organizem: “Porque a bondade individual e aleatória não é suficiente na luta contra o mal”. 

     

    A Igreja restaurada de Jesus Cristo é governada por profetas e apóstolos

    A organização da igreja de Jesus Cristo precisa ter líderes escolhidos por Ele que receberam poder e autoridade para declarar Sua vontade a Seu povo.

    “Não me escolhestes vós a mim”, ensinou o Salvador, “porém eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis fruto” (João 15:16). A Bíblia é clara no tocante a quem escolhe profetas e apóstolos. No Velho Testamento, isso se vê claramente no chamado de Moisés e no de Samuel, e no Novo Testamento, no chamado dos Doze Apóstolos e do apóstolo Paulo (ver Êxodo 31 Samuel 3Marcos 3Atos 9). Esses líderes não se apresentaram como voluntários nem foram eleitos pelos fiéis.

     

     

    A Bíblia também mostra que os líderes religiosos precisam ter a autoridade do sacerdócio de Deus, que é conferida por alguém que já possui essa autoridade. As descrições encontradas na Bíblia do chamado e da autorização de Aarão, dos membros do Quórum dos Doze Apóstolos e dos setenta ilustram esse princípio (ver Êxodo 28:1–4Marcos 3:14–15Lucas 10:1, 17). A autoridade do sacerdócio não advém da leitura das escrituras ou do desejo de servir. E a ordenação que confere a autoridade do sacerdócio vem dos líderes principais da Igreja e é de conhecimento público (ver Doutrina e Convênios 42:11).

    No Velho Testamento, os líderes espirituais eram profetas. São descritos em três diferentes papéis. Alguns eram homens santos que realizavam uma função profética para sua posteridade, como Abraão. Alguns eram líderes que exerciam poder político e sacerdotal, como Moisés e Josué. A maioria desempenhava seu papel profético independentemente de cargo patriarcal ou político, como Samuel e Isaías. O Livro de Mórmon relata a existência desses mesmos três cargos de profeta, como Leí (patriarca), o rei Benjamim (líder político) e Alma, o Filho (depois de ter abdicado do cargo de juiz supremo) (ver 1 Néfi 1–2Mosias 1–6Alma 4–5). Contudo, fica claro que todos os profetas que precederam Jesus Cristo chamaram as pessoas ao arrependimento e, acima de tudo, profetizaram a respeito do Messias que viria.7

    O ofício de apóstolo é identificado pela primeira vez no Novo Testamento, quando o Salvador chamou apóstolos ao organizar Seu ministério de proclamar, batizar e curar. O apóstolo Paulo escreveu que a Igreja de Jesus Cristo está estabelecida “sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina” (Efésios 2:20). Jesus também chamou os setentas e os mandou ministrar (ver Lucas 10:1, 17) e autorizou o chamado de outros líderes, como pastores e mestres (ver Efésios 4:11).

     

    Uma função de primordial importância dos apóstolos na Igreja estabelecida por Jesus era a de portar as chaves do sacerdócio. Quando prometeu ao apóstolo Pedro “as chaves do reino dos céus”, o Salvador as descreveu como o poder que fazia com que “tudo o que [ele ligasse] na terra [fosse] ligado nos céus” (Mateus 16:19). Em outras palavras, as chaves validam no céu os atos autorizados feitos pela autoridade do sacerdócio na Terra. Os apóstolos que portam as chaves do sacerdócio têm o direito e a responsabilidade de presidir e dirigir as atividades do sacerdócio de Deus e a Igreja de Jesus Cristo na Terra.8 Isso inclui a realização e a supervisão das ordenanças essenciais do evangelho.

    Como parte de suas responsabilidades, os profetas e apóstolos têm o dever e o dom proféticos de ensinar as verdades do evangelho e de testificar como “testemunhas especiais do nome de Cristo no mundo todo” (Doutrina e Convênios 107:23). Eles identificam a verdade e o erro e declaram com autoridade: “Assim diz o Senhor”. O presidente J. Reuben Clark Jr. (1871–1961), primeiro conselheiro na Primeira Presidência, declarou que os apóstolos “têm o direito, o poder e a autoridade para declarar a mente e a vontade de Deus a Seu povo, estando sujeitos ao poder e à autoridade supremos do presidente da Igreja”.9

    Como servos do Pai e do Filho, os apóstolos e profetas ensinam e aconselham conforme dirigidos pelo Espírito Santo, sem outro desejo além de declarar a verdade e incentivar todos a seguir o caminho que conduz às bênçãos de Deus, inclusive Seu destino final para todos os Seus filhos: a vida eterna, “o maior de todos os dons de Deus” (Doutrina e Convênios 14:7). Podemos confiar na voz deles.

    O presidente M. Russell Ballard, presidente em exercício do Quórum dos Doze Apóstolos, disse: “No mundo de hoje, em que a televisão e o rádio despejam sobre nós, 24 horas por dia, opiniões conflitantes, e profissionais de marketing competem por tudo, desde nosso dinheiro até nosso voto, existe uma voz clara, imaculada e imparcial na qual sempre podemos confiar. Trata-se da voz do profeta vivo e dos apóstolos. A única preocupação deles é ‘o eterno bem-estar de [sua] alma’ (2 Néfi 2:30)”.10

    O acesso aos ensinamentos dos apóstolos e profetas é uma bênção e uma grande responsabilidade. A bênção é o pronto acesso ao que o Senhor deseja que ouçamos. A responsabilidade é que esse acesso aos ensinamentos do Senhor nos torna responsáveis por ouvir e seguir esses ensinamentos. Infelizmente, alguns fiéis falham nessa responsabilidade. Não é de surpreender que muitos no mundo rejeitem o fato de que Deus concede autoridade e inspiração aos apóstolos e profetas para falar em Seu nome. Um número ainda maior de pessoas rejeita os profetas e apóstolos por negar a existência de Deus ou a existência do certo e do errado absolutos.

     

    Castellano (espagnol).

     

    Les prophètes et les apôtres

    El Señor dirige Su Iglesia por medio de profetas y apóstoles

    Por el presidente Dallin H. Oaks

    Primer Consejero de la Primera Presidencia

    La obra del Señor requiere una organización dirigida por el Señor mediante líderes que Él ha escogido y autorizado y a quienes Él guía para llevar a cabo Sus propósitos. La historia de las Escrituras muestra que esos líderes han sido, ya sea un profeta, o profetas y apóstoles. Ese era el modelo en la época del Israel del convenio y en el meridiano de los tiempos, y ese modelo continúa en la Iglesia restaurada de Jesucristo.

     

    El Señor dirige a Su pueblo mediante una organización

     

    El propósito de nuestro Padre Celestial es “llevar a cabo la inmortalidad y la vida eterna” de Sus hijos e hijas (Moisés 1:39). En esta dispensación, Él lo logra mediante La Iglesia de Jesucristo de los Santos de los Últimos Días, cuyo propósito es “ayudar a las personas y a las familias a reunir los requisitos para lograr la exaltación”1.

    “Los tres grandes y apremiantes aspectos de responsabilidad que recaen sobre la Iglesia”, son: “primero, llevar el evangelio de Jesucristo a todos los pueblos de la tierra; segundo, hacer que los miembros de la Iglesia vivan el Evangelio en la vida cotidiana; y tercero, mediante la obra vicaria, extender sus bendiciones a quienes han pasado más allá del velo de la muerte”2.

     

    En la actualidad, muchos parecen desear espiritualidad o religión, pero creen que pueden obtenerlas sin organización religiosa alguna. Quienes creen que pueden lograr esto sin una organización formal desconocen la bien documentada historia de lo que el Señor Jesucristo estableció para asegurar la continuidad y la eficacia de Su evangelio y enseñanzas. En el meridiano de los tiempos, Jesús organizó Su obra de manera tal que el Evangelio pudiera establecerse al mismo tiempo en muchas naciones y entre pueblos diversos. Esa organización incluía a los apóstoles y a otros oficiales que se describen en el Nuevo Testamento.

     

    ¿Por qué se requiere una organización para lograr los propósitos del Señor? Aun cuando nuestro Salvador nos ama y nos ayuda de manera individual, a fin de lograr Sus propósitos para todo el conjunto de los hijos de Dios  ,especialmente Su pueblo del convenio , Él actúa por medio de una organización dirigida por profetas y apóstoles.

     

    El élder Neal A. Maxwell (1926–2004) expresó otra razón por la que las personas religiosas o espirituales deben estar organizadas: “… porque la bondad personal y casual no basta en la lucha contra el mal”. 

     

     

    La Iglesia restaurada de Jesucristo está gobernada por profetas y apóstoles

    La organización de la Iglesia de Jesucristo debe tener líderes que Él escoja y a quienes otorgue el poder y la autoridad para declarar Su voluntad a Su pueblo.

    El Salvador enseñó: “No me elegisteis vosotros a mí, sino que yo os elegí a vosotros, y os he puesto para que vayáis y llevéis fruto” (Juan 15:16). La Biblia enseña claramente quién elige a los profetas y los apóstoles. Lo mismo se ve claramente en el Antiguo Testamento en el llamamiento de Moisés y de Samuel; y en el Nuevo Testamento se ve en el llamamiento de los Doce Apóstoles y del apóstol Pablo (véanse Éxodo 31 Samuel 3Marcos 3Hechos 9). Esos líderes no se ofrecieron como voluntarios, y no fueron elegidos por los creyentes.

    La Biblia también muestra que los líderes religiosos deben tener la autoridad del sacerdocio de Dios, la cual se confiere por medio de alguien que ya posee dicha autoridad. Ese principio se ilustra en las descripciones contenidas en la Biblia del llamamiento y de la autorización de Aarón, de los integrantes de los Doce Apóstoles y de los Setentas (véanse Éxodo 28:1–4Marcos 3:14–15Lucas 10:1, 17). La autoridad del sacerdocio no provino de leer las Escrituras ni del deseo de prestar servicio; además, la ordenación que confiere la autoridad del sacerdocio proviene de las autoridades de la Iglesia, y se da a conocer públicamente (véase Doctrina y Convenios 42:11).

     

    En el Antiguo Testamento, los líderes espirituales eran profetas, a quienes se describe con tres funciones distintas. Algunos eran hombres santos que desempeñaban una función profética para su posteridad, como Abraham. Otros eran líderes que ejercían poder político y también sacerdotal, como Moisés y Josué. La mayoría desempeñaba su función profética independientemente de un cargo patriarcal o político, como Samuel e Isaías. El Libro de Mormón hace referencia a esos tres mismos cargos de profetas, tales como Lehi (patriarca), el rey Benjamín (líder político) y Alma, hijo (después de que renunció a su cargo de juez superior) (véanse 1 Nefi 1–2Mosíah 1–6Alma 4–5). Sin embargo, es evidente que todos los profetas que precedieron a Jesucristo llamaron a la gente al arrepentimiento y, sobre todo, profetizaron de la venida del Mesías7.

    El oficio de apóstol se menciona por primera vez en el Nuevo Testamento, cuando el Salvador llamó a apóstoles conforme iba organizando Su ministerio de proclamar, bautizar y sanar. El apóstol Pablo escribió que la Iglesia de Jesucristo está “edificada sobre el fundamento de los apóstoles y profetas, siendo la principal piedra del ángulo Jesucristo mismo” (Efesios 2:20). Jesús también llamó a los Setentas y los envió a ministrar (véase Lucas 10:1, 17), y autorizó que se llamara a otros oficiales, como pastores y maestros (véase Efesios 4:11).

     

    Una función primordial de los apóstoles en la Iglesia que Jesús estableció fue poseer las llaves del sacerdocio. Cuando el Salvador prometió al apóstol Pedro “las llaves del reino de los cielos”, las describió como el poder para que “todo lo que atare en la tierra fuera atado en los cielos” (Mateo 16:19). Es decir, las llaves aseguran un efecto celestial en los actos autorizados realizados con la autoridad del sacerdocio en la tierra. Los apóstoles que poseen las llaves del sacerdocio tienen el derecho y la responsabilidad de presidir y dirigir las actividades del sacerdocio de Dios y de la Iglesia de Jesucristo sobre la tierra8. Ello incluye la realización y la supervisión de las ordenanzas esenciales del Evangelio.

    Como parte de sus responsabilidades, los profetas y apóstoles tienen el deber y el don proféticos de enseñar las verdades del Evangelio y de testificar como “testigos especiales del nombre de Cristo en todo el mundo” (Doctrina y Convenios 107:23). Reconocen la verdad y el error, y con autoridad declaran: “Así dice el Señor”. El presidente J. Reuben Clark Jr. (1871–1961), Primer Consejero de la Primera Presidencia, declaró que los apóstoles “tienen el derecho, el poder y la autoridad de manifestar la intención y la voluntad de Dios a Su pueblo, sujetos al poder y a la autoridad totales del Presidente de la Iglesia”9.

    Como siervos del Padre y del Hijo, los apóstoles y profetas enseñan y dan consejo según se lo indica el Espíritu Santo, sin ningún otro deseo más que el de expresar lo que es verdad y de alentar a todos a seguir la senda hacia las bendiciones de Dios, incluso el destino final que tiene preparado para todos Sus hijos: la vida eterna, “el mayor de todos los dones de Dios” (Doctrina y Convenios 14:7). Se puede confiar en las voces de ellos.

    El presidente M. Russell Ballard, Presidente en Funciones del Cuórum de los Doce Apóstoles, ha dicho: “En el mundo de hoy, donde los comentaristas de radio y televisión pasan las veinticuatro horas exponiendo opiniones contradictorias, donde los mercaderes compiten por todo, desde el dinero de ustedes hasta su voto; en medio de todo esto hay una voz clara, inmaculada y ecuánime en la que siempre podrán confiar, y esa es la voz del profeta y de los apóstoles vivientes, cuya única intención es ‘el eterno bienestar de vuestras almas’ (2 Nefi 2:30)”10.

    El tener acceso a las enseñanzas de los apóstoles y los profetas es tanto una bendición como una gran responsabilidad. La bendición es el fácil acceso a lo que el Señor desea que escuchemos; la responsabilidad es que ese acceso a las enseñanzas del Señor nos hace responsables de escuchar y prestar oído a dichas enseñanzas. Lamentablemente, muchos creyentes no cumplen con esa responsabilidad. No es de extrañar que muchas personas en el mundo rechacen el hecho de que Dios da a apóstoles y profetas la autoridad y la inspiración de hablar en Su nombre; y que aun más personas rechacen a los profetas y apóstoles porque niegan la existencia de Dios o la existencia del bien y del mal absolutos.

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