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    Le libre arbitre.

     

     

    Liahona juillet 2006 « Sur des ailes D’AIGLE »,  Par Dieter F. Uchtdorf

     

     Le libre arbitre est essentiel dans le plan du salut. Sans lui, nous ne serions pas capables d’apprendre, de progresser ni de suivre le Sauveur. Le Libre arbitre est le pouvoir de choisir par nous même,

     

    L’Opposition et le libre arbitre. En aérodynamique, la gravité et la résistance travaillent en opposition pour produire la portance. Ce même principe important fait partie intégrante du plan du salut depuis le début.

     

    Comme Léhi l’a expliqué : « Car il doit nécessairement y avoir une opposition en toutes choses » (2 Néphi 2:11 ).

     

    Et comme l’ange l’a expliqué au roi Benjamin : « Car l’homme naturel est l’ennemi de Dieu… à moins qu’il ne se rende aux persuasions de l’Esprit sain » (Mosiah 3:19 ).

     

    Cela nous conduit au plus grand don que Dieu ait fait à ses enfants : le libre arbitre.

     

    Léhi a enseigné à ses enfants ce point de doctrine des plus importants. Il a dit :

     

     « Le Seigneur Dieu donna à l’homme d’agir par lui-même… Et ils sont libres de choisir la liberté et la vie éternelle, par l’intermédiaire du grand Médiateur de tous les hommes, ou de choisir la captivité et la mort, selon la captivité et le pouvoir du diable ; car il cherche à rendre tous les hommes malheureux comme lui » (2 Néphi 2:16, 27).

     

    Nous avons le libre arbitre, et nous sommes libres de choisir. Mais, en fait, il n’y a pas de libre arbitre gratuit. Le libre arbitre a un prix. Nous devons payer pour les conséquences de nos choix.

     

    Le libre arbitre de l’homme a été acquis au prix des souffrances du Christ.

     

    Le pouvoir de l’expiation du Christ surmonte les effets du péché à la condition qu’il y ait repentir sans réserve.

     

    Grâce à l’expiation universelle et infinie du Sauveur, tous ont été rachetés de la Chute et sont devenus libres à tout jamais d’agir par eux-mêmes (voir 2 Néphi 2:26).

     

    Le libre arbitre est du domaine du spirituel. Sans conscience des choix qui s’offrent à nous, nous ne pourrions pas choisir. Le libre arbitre est si important dans notre vie que non seulement nous pouvons choisir entre l’obéissance et la rébellion, mais également que nous le devons. Pendant cette vie, nous ne pouvons rester en terrain neutre ; nous ne pouvons nous abstenir de recevoir ou de rejeter la lumière de Dieu.

     

    En apprenant à utiliser le don du libre arbitre pour prendre de bonnes décisions, nous augmenterions notre portance et notre altitude spirituelles. Nous reconnaîtrons également vite une autre source essentielle de vérité spirituelle : la parole de Dieu écrite.

    Nous devons aussi être responsables de nos choix pour bénéficier pleinement de notre libre arbitre. Les lois qui existent doivent entraîner des conséquences, pas seulement les conséquences naturelles résultant de nos actions, comme la perte du respect des gens si nous mentons et trichons. Les lois doivent aussi entraîner des bénédictions divines si nous y obéissons et des punitions divines si nous y désobéissons.

     

     La désobéissance nuit à notre libre arbitre de deux manières : Premièrement, nous perdons la lumière et la vérité, nous ne voyons plus de nombreuses possibilités de faire le bien, et deuxièmement : certaines formes de désobéissance entraînent une accoutumance : nous sommes pris au piège de comportements qu’il est extrêmement difficile d’abandonner.

     

     L’irresponsabilité : Satan murmure à notre oreille : « Mangez, buvez et réjouissez-vous ; néanmoins, craignez Dieu : il justifiera si on commet un petit péché… et si nous sommes coupables, Dieu nous battra de quelques coups, et à la fin nous serons sauvés dans le royaume de Dieu » (2 Néphi 28:8). Certains croient à tort que, dès que nous avons « confessé le Christ » et avons été « sauvés par la grâce », quoi que nous fassions, nous sommes sauvés. Cette doctrine est une manifestation subtile du mensonge continuel de Satan, qui prétend que nous ne sommes pas responsables de nos péchés et qu’ils n’entraînent aucune conséquence pour eux.

     

     

     

     

    Spencer W. Kimball (1895-1985) a dit : « Si la souffrance, le chagrin et les punitions suivaient immédiatement nos fautes, personne ne recommencerait.

     

     Si la joie, la paix et les récompenses étaient instantanément données à ceux qui agissent bien, il n’y aurait pas de mal, tout le monde ferait le bien, mais pas pour les bonnes raisons.

     

     Notre force ne serait pas mise à l’épreuve, notre personnalité ne se développerait pas, nos pouvoirs ne progresseraient pas, il n’y aurait pas de libre-arbitre… La joie, le succès, la résurrection, la vie éternelle et la nature divine n’existeraient pas 1»

     

     

    Le libre arbitre.

     

    Portugais (Português)

     

     Liahona de julho 2006, « Com Asas de Águia » Élder Dieter F. Uchtdorf

     

    Do Quórum dos Doze Apóstolos.

     

    O arbítrio é essencial no plano de salvação, Sem ele, nós não seríamos capazes de aprender, de progressar, nem de acompanhar os passos de Jesus. O arbítrio é o poder de escolher por nós mesmos;

     

    Oposição e arbítrio. Uma palavra de advertência: em aerodinâmica, a gravidade e o atrito agem em oposição à sustentação. Esse mesmo princípio fundamental faz parte integrante do plano de salvação desde o início. Conforme Leí explicou: “Porque é necessário que haja uma oposição em todas as coisas” (2 Néfi 2:11).

     

    E como o anjo ensinou ao rei Benjamim: “Porque o homem natural é inimigo de Deus a não ser que ceda ao influxo do Santo Espírito” (Mosias 3:19).

     

    Isso nos leva ao grandioso dom de Deus a Seus filhos: o arbítrio.

     

    Leí ensinou essa doutrina de suma importância aos filhos dele. Ele disse:

     

    “O Senhor Deus concedeu, portanto, que o homem agisse por si mesmo.  E são livres para escolher a liberdade e a vida eterna por meio do grande Mediador de todos os homens, ou para escolherem o cativeiro e a morte, de acordo com o cativeiro e o poder do diabo; pois ele procura tornar todos os homens tão miseráveis como ele é” (2 Néfi 2:16, 27).

     

    Vocês têm o arbítrio que é a liberdade de escolha. Mas na verdade, o arbítrio não é livre no sentido de gratuito. O arbítrio tem seu preço. Precisam carregar com as conseqüências de suas escolhas.

     

    O arbítrio humano foi comprado com o preço do sofrimento de Cristo. O poder da Expiação de Cristo anula os efeitos do pecado com a condição do arrependimento sincero. Por meio da Expiação universal e infinita do Salvador, todos foram redimidos da Queda e tornaram-se eternamente livres para agir por si mesmos (ver 2 Néfi 2:26).

     

    O arbítrio é uma questão espiritual. Sem conhecimento das alternativas, vocês não poderiam escolher. O arbítrio é tão importante em sua vida que vocês não só podem escolher a obediência ou a rebeldia, mas devem escoller entre a obediencia e a rebeldia. Nesta vida, vocês não podem permanecer neutros; não podem abster-se do ato de receber ou rejeitar a luz de Deus.

     

    Ao aprenderem a usar o dom do arbítrio para tomar decisões corretas, vocês aumentarão sua sustentação e altitude espirituais. Logo reconhecerão também outra fonte grandiosa de verdade espiritual: a palavra escrita de Deus.

     

     

     

    Nós devemos ser responsáveis pelas nossas escolhas para poder beneficiar completamente do nosso arbítrio . As leis que existem trazem conseqüências, não somente conseqüências naturais que são o resultado de nossas ações, como perder o respeito das pessoas se nós mentimos e enganamos. As leis também trazem bênçãos divinas se nós obedecemos-as  e castigos divinos se nós desobecemos-as.

     

     

     

    A desobediência prejudica o nosso arbítrio de dois modos: primeiro, nós perdemos a luz e a verdade, nós nao vemos as numerosas possibilidades de fazer o bem, e segundo: certas formas de desobediência se transformam em costumes: nós caimos em uma armadilha com comportamentos extremamente difícil de deixar-los.

     

     

     

    A irresponsabilidade: Satanás murmura na nossa orelha: " coma, beba e seja feliz porém tenha medo de Deus: ele aceitarà se nós cometemos um pecado pequeno e se temos culpas, Deus nos baterá de alguns açoites e no fin nós seremos salvados no reino de Deus " (2 Néphi 28: 8).

     

     

     

    Algumas pessoas acreditam injustamente que é sò " aceitar Jesus Cristo " e jà estao salvos e que podem fazer tudo o que querem, por que jà estao salvos pela graça do Cristo. Esta doutrina é uma sutil mentira de Satanás que nos deixa acreditar que nós não somos responsáveis pelos nossos pecados e que eles não trazem  nenhuma conseqüência para nòs.

     

     

     

    Spencer W. Kimball (1895-1985) falou : " se o sofrimento, a tristeza e os castigos viessem  imediatamente logo depois de nossos erros ou pecados, ninguém recomeçaria o pecado ou o erro.

    Se a felicidade, a paz e as recompensas seriam recebidas imediatamente logo depois de fazer um bem, ninguem faria o mal, tudo mundo faria o bem, mas nao pelas boas razoes ou bons principios.

    Nossa força não seria posta em prova, nossa personalidade não desenvolveria, nossos poderes não progressaria, não haveria nenhum arbitrio grátis, a felicidade, o sucesso, a ressurreição, a vida eterna e a natureza divina não existiriam.

     

     

    Le libre arbitre.

     

    Castellano (Espagnol).

     

     

     

    Liahona de julio 2006, « En alas de águilas » Por el Élder Dieter F. Uchtdorf

     

    Del Quórum de los Doce Apóstoles

     

    El libre albedrío  es esencial en el plan de salvación. Sin él, no seríamos capaces de aprender, de progresar ni de seguir al Salvadorr. El Libre albedrio es el poder de elegir por nosotros mismo,

     

    La oposición y el albedrío. Una advertencia: en aerodinámica, la gravedad y la fricción se oponen a la elevación. Este mismo importante principio ha formado parte integral del plan de salvación desde el comienzo. Como explicó Lehi: “porque es preciso que haya una oposición en todas las cosas” (2 Nefi 2:11). Y como el ángel le enseñó al rey Benjamín: “Porque el hombre natural es enemigo de Dios… a menos que se someta al influjo del Santo Espíritu” (Mosíah 3:19).

     

    Esto nos lleva al gran don que Dios da a Sus hijos: el albedrío.

     

    Lehi enseñó esta importante doctrina a sus hijos, diciendo: “…el Señor Dios le concedió al hombre que obrara por sí mismo… Y son libres para escoger la libertad y la vida eterna, por medio del gran Mediador de todos los hombres, o escoger la cautividad y la muerte, según la cautividad y el poder del diablo; pues él busca que todos los hombres sean miserables como él” (2 Nefi 2:16, 27).

     

    Ustedes tienen albedrío; son libres para escoger; pero en realidad no existe tal cosa como el libre albedrío, pues el albedrío tiene un precio; debemos sufrir las consecuencias de las decisiones que tomemos.

     

    El albedrío del hombre fue adquirido con el precio del sufrimiento de Cristo. El poder de Su expiación vence el efecto del pecado a cambio de un arrepentimiento sincero. Por motivo de la Expiación universal e infinita del Salvador, todos hemos sido redimidos de la Caída y llegamos a ser libres para actuar por nosotros mismos (véase 2 Nefi 2:26).

     

    El albedrío es una cuestión espiritual. Si no fuéramos conscientes de las alternativas, no podríamos elegir. El albedrío es tan importante en la vida que no sólo podemos elegir entre la obediencia y la rebelión, sino que debemos hacerlo. En esta vida, uno no puede quedarse en un terreno neutral; no puede abstenerse ni de recibir ni de rechazar la luz de Dios.

     

    Al aprender a emplear el don del albedrío para tomar decisiones correctas, ustedes aumentarán su elevación y su altitud espirituales. Además, pronto reconocerán otra fuente primaria de la verdad espiritual: la palabra escrita de Dios.

     

    Debemos también ser responsables de nuestras elecciónes  para beneficiarse plenamente de nuestro libre albedrío . Las leyes que existen  implican consecuencias, no solamente las consecuencias naturales resultando de nuestras acciones, como perder el respeto de la gente si mentimos y engañamos. Las leyes deben también implicar bendiciones divinas si las obedecemos y castigos divinos si no las obedecemos.

     

    La desobediencia perjudica a nuestro libre albedrìo de dos maneras: En primer lugar, perdemos la luz y la verdad, no vemos las numerosas posibilidades de hacer el bien, y en segundo lugar: algunas formas de desobediencia implican una costumbre: caimos en la trampa de comportamientos que es extremadamente difícil de dejarlos.

     

     

     

    La irresponsabilidad: Satanás murmura a nuestra oreja: “Coman, beben y alegran se; sin embargo, temen a Dios: él justificará si cometemos un pequeño pecado… y si somos culpables, Dios nos dará algunos golpes, y al final seremos salvos en el Reino de Dios” (2 Néphi 28:8).

     

     

     

    Algunos creen equivocados, que si “aceptamos el Cristo” ya “somos salvos por la gracia”, muchos creen que podemos hacer todo lo que queremos porque ya estamos salvos. Esta doctrina es una manifestación sutil de la mentira continua de Satanás, que afirma que no somos responsables de nuestros pecados y que no hay  ninguna consecuencia para ellos.

     

     

     

    Spencer W. Kimball (1895-1985) dijo: “Si el sufrimiento, la pena y los castigos vinieran inmediatamente luego despues de nuestros pecados ò de nuestros erros, nadie recomenzaria.

     

     

     

    Si la alegría, la paz y las recompensas serian recebidas instantáneamente, luego despues que alguien  actúa bien;  nadie pecaria ò cometeria erros,, todo mundo haría el bien, pero no por las buenas razones.

     

     

     

    Nuestra fuerza no seria puesta  a  prueba, nuestra personalidad no se desarrollaría, nuestros poderes no progresarían, no habría libre-arbedrio…

     

    La alegría, el éxito, la resurrección, la vida eterna y la naturaleza divina no existirían.

     

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